11 de set de 2010

Guerra contra o Brasil

A revista Veja desta semana dá mais um empurrão na corrida da postulante Dilma rumo ao Palácio do Planalto. A reportagem é tão contundente, o escândalo é tão grande que, agora sim, Zé Serra está liquidado de vez. Só a Veja e seus assinantes é que não enxergam: esse era o impulso que faltava para Dilma alcançar, de uma vez por todas, a popularidade do seu criador.

A imundície governamental corajosamente despejada pela Veja respinga o terceiro e o quarto andares do Palácio do Planalto e escorre pela rampa, mas não suja ninguém; muito menos a barra do vestido de gala que dona Dilma já encomendou para o dia da sua posse. Isso vai servir apenas como pupurina. A sujeirada rampeira cai como uma luva.

O novo fiasctóide do governo Lula, mostra que Israel Guerra, filho de Erenice Guerra — herdeira de Dilma, com papel passado em forma de banco de dados, para ser dona da Casa Civil —, montou uma banda larga para intermediar dinheiro das burras públicas.

O grupelho leva, pelos serviços prestados, a módica taxa de exito de 6%. A garantia de que o trabalho será realizado na maior limpeza é a presença da dona da Casa Civil nas reuniões executivas da bandalha.

A Veja mostra tudo. E se você já viu como Dilma - a criatura está para Lula, o seu criador... Pela revista fica sabendo que Erenice está para Dilma como a sua criadora está para a criatura.

As páginas mostram evidências de que a Erenice, companheira boa a batuta de Dilma, é responsável pelo êxito de 6% do filho em negócios com organismos públicos. Empresários que gozaram da confiança de Erenice e Israel Guerra dão com a língua nos dentes e garantem que a ministra-mãe participa de reuniões com clientes do filho e, como está na Veja, se compromete a abrir portas.

Quer saber mais? Trate de correr e vá até à banca mais próxima adquirir o seu exemplar. A edição logo estará esgotada. De leitores, sim... mas principalmente de eleitores da Dilma. Era o que eles mais queriam a tão pouco tempo do dia da eleição. Mais um escândalo de enormes proporções, apenas para banalizar e acusar os adversários de manobras desesperadas de quem não sabe perder.


RODAPÉ - Prezada revista Veja, qual é o espanto? Erenice, não é Guerra? Seu filho, não é Israel Guerra? Era só o que faltava alguém querer que esse tipo de guerra fosse com o Líbano. Guerra assim é sempre contra o Brasil. Só por curiosidade, vá até o Google e procure por Israel Guerra. Veja só o que aparece.